ABHH em Revista - Ed. 16/2026

16 / 2026 ABHH em Revista 15 Confira os dashboards desta pesquisa e de outros levantamentos da ABHH na plataforma hemoBR PERFIL DO HEMATOLOGISTA E HEMOTERAPEUTA NO BRASIL EM NÚMEROS A pesquisa reuniu 585 participantes de todas as regiões do país. Veja alguns dos principais resultados. NORTE Forte concentração dos profissionais nas capitais, onde atuam 77,6% dos participantes. Relatos de falta de recursos diagnósticos (32,7%) e terapêuticos (36,7%) em serviços públicos ou filantrópicos. 71,4% têm instituições públicas como principal local de trabalho. NORDESTE 86,6% dos participantes atuam nas capitais e 13,4% no interior. A assistência ocupa parcela expressiva da jornada profissional: 58% dedicam mais da metade do tempo de trabalho à atividade. Cerca de metade relata falta de recursos para diagnóstico (50,6%) e tratamento (48,1%) em instituições públicas ou filantrópicas. SUDESTE 63,8% dos participantes atuam nas capitais e 36,3% no interior, uma presença no interior maior que a observada no Norte, Nordeste e Centro-Oeste. 123 participantes desenvolvem pesquisa em instituições públicas, privadas ou em ambas, enquanto outros 59 têm interesse em pesquisar, mas não contam com centro de pesquisa em sua instituição. 58,8% dos participantes dedicam mais da metade da jornada profissional à assistência. SUL O Sul é a única região em que, entre os participantes, a atuação no interior supera a das capitais: 51,8% contra 48,2%. A onco-hematologia é a principal área de interesse assistencial, citada por 60% dos participantes. 31,8% informam a existência de serviço de TMO em instituições públicas ou filantrópicas. CENTRO-OESTE 88% dos participantes atuam em capitais e apenas 12% no interior, a maior concentração nas capitais entre as cinco regiões pesquisadas. Na assistência, a onco-hematologia é a principal área de interesse para 50% dos participantes. Apenas 4% informam a existência de serviço de TMO em instituições públicas ou filantrópicas.

RkJQdWJsaXNoZXIy MTg4NjE1MA==