4 ABMotéis News Jul/Ago de 2026 Capa Quando a busca passa pela IA Presença digital, reputação e informações consistentes estão entre os fatores que ajudam um motel a ganhar espaço nas respostas das inteligências artificiais Da Redação Por muito tempo, estar bem posicionado na internet significou aparecer entre os primeiros resultados do Google. Hoje esse modelo divide espaço com recomendações feitas por ferramentas de inteligência artificial (IA). Cada vez mais as pessoas usam ferramentas como ChatGPT e Gemini para buscar hotéis, restaurantes e outros estabelecimentos. Levantamento da Branddi divulgado este ano mostrou que 54% dos brasileiros já compraram algum produto ou serviço por recomendação de uma IA e 66% utilizam essas ferramentas para pesquisar produtos e serviços. Mas o que faz uma empresa aparecer nessas respostas? E como aumentar as chances de ser recomendada pelas IAs? Para o setor moteleiro, esse comportamento traz um desafio. Além de serem encontrados nos mecanismos de busca e nas redes sociais, os motéis precisam construir uma presença digital que ajude as IAs a compreender quem são, onde estão e o que oferecem e a considerá-los em suas recomendações. É o que explica Daniel Imamura, professor e especialista em SEO. “Uma marca não precisa apenas ter um site para ser encontrada. Ela precisa construir uma reputação online e um posicionamento digital forte para que ferramentas de IA, como o ChatGPT, entendam que aquela empresa é uma referência confiável dentro do seu mercado”, explica. Na prática, passamos de um modelo em que o Google oferece links para o usuário pesquisar e comparar para outro em que a IA pode responder diretamente quais empresas são referência, quais soluções fazem mais sentido e quais marcas merecem ser consideradas. “A tendência é que uma parcela cada vez maior do público passe a utilizar ferramentas de IA para pesquisar, tirar dúvidas e tomar decisões de compra. As empresas que começarem agora a construir esse posicionamento terão uma vantagem importante sobre aquelas que continuarem olhando apenas para os mecanismos de busca tradicionais.” Foto: Getty Images
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