#congressocosemssp2025 #dicadogestor Telessaúde como ferramenta estratégica para a transformação digital será acompanhada e monitorada por meio de indicador específico para fins de cofinanciamento federal, modalidade de financiamento que ainda vem sendo discutida nas esferas de pactuação interfederativa, com previsão de efetivação na segunda etapa de implementação da nova política. Na AES, o modelo previsto no Programa Mais Acesso a Especialistas (PMAE) já prevê o custeio de Oferta de Cuidados Integrados (OCI), que inclui as teleconsultas, além de priorizar dispositivos de telematriciamento. Atualmente há cofinanciamento federal disponível que objetiva apoiar a expansão da telessaúde nas redes municipais de saúde. No PAC Seleções 2025 Saúde (Portaria 6.640/25), todos os municípios podem pleitear recursos para aquisição de kits de equipamentos para teleconsulta (notebooks, televisores, webcams e outros) com o limite de requisição de 1 kit por UBS e quantidade máxima de kits por município delimitada pelo porte populacional. Vale lembrar que, em 2024, no primeiro ano do Novo PAC, o governo federal destinou recursos para reativação de 14 Núcleos de Telessaúde em 10 estados brasileiros e disponibilizou recursos de kits de multimídia para a estruturação de salas de teleconsulta em Unidades Básicas de Saúde. Outra possibilidade de investimento nessa área se dá por meio de emendas parlamentares nos programas estratégicos “Implantação, Desenvolvimento e Manutenção da Saúde Digital, Telessaúde e Inovação no SUS” e “Transformação Digital no SUS”, que têm como objetivo a implementação e o aprimoramento de ações e serviços de Saúde Digital, Telessaúde e inovação por meio do apoio financeiro com recursos de custeio e investimento. Sendo assim, os atores políticos dos municípios podem se articular com os parlamentares para solicitar apoio para recebimento de valores na área. Assim, o COSEMS/SP convida os gestores municipais a se apropriarem dessas ferramentas de telessaúde que possuem o potencial de promover a integração dos serviços em rede de atenção, especialmente com a Atenção Primária à Saúde, com vistas ao aumento de sua resolutividade e garantia da continuidade do cuidado do usuário. A transformação digital está se tornando uma prioridade no SUS e o telessaúde é uma ferramenta estratégica para ampliação dos atendimentos, redução dos tempos de espera e qualificação do cuidado em saúde, podendo colaborar na integração entre a Atenção Primária (APS) e a Atenção Especializada (AES). Sua utilização possibilita a oferta de consultas remotas com generalistas e especialistas, além do acesso a determinados exames sem que o paciente precise se deslocar até o serviço de saúde. Tem a capacidade de otimizar os atendimentos na APS, com o uso de ferramentas de telediagnóstico e teleinterconsulta, além do uso de prontuários eletrônicos compartilhados que favorecem o atendimento integral. Na APS, o novo modelo de cofinanciamento federal tem previsão de recursos adicionais para a realização de atendimento remoto pelas e-Multi. Segundo informações da Secretaria de Atenção Primária em Saúde (SAPS) disponibilizadas no e-gestorAB, esta atividade Elaine Giannotti e Mariana Melo são assessoras técnicas do COSEMS/SP O COSEMS/SP CONVIDA OS GESTORES MUNICIPAIS A SE APROPRIAREM DESSAS FERRAMENTAS DE TELESSAÚDE QUE POSSUEM O POTENCIAL DE PROMOVER A INTEGRAÇÃO DOS SERVIÇOS EM REDE DE ATENÇÃO 3 Divulgação
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