GESTÃO DE SAÚDE PARTICIPAÇÃO SOCIAL
GESTÃO DE SAÚDE PREFÁCIO 08 PALAVRA DO PRESIDENTE 09 ARAÇATUBA SISPACTO: COMPROMISSO DE TODOS DO PLANEJAMENTO À INTERVENÇÃO!!!! 11 ASSIS TREINAMENTO DATASUS 13 BASTOS IMPLANTANDO FERRAMENTA DE APOIO PARA MONITORAMENTO DOS PROCESSOS DE SAÚDE, ATRAVÉS DE INDICADORES DE QUALIDADE 15 BAURU PROCEDÊNCIA DOS USUÁRIOS ATENDIDOS PELO SERVIÇO DE ATENÇÃO DOMICILIAR DE BAURU/SP EM 2019 17 AMPLIAÇÃO DE ACESSO NA SAÚDE – UM DESAFIO PARA A GESTÃO DO SUS NO MUNICÍPIO DE BAURU 19 CAMPINAS ACOLHIMENTO UNIFICADO DE CASOS NEUROLÓGICOS NO CENTRO DE REFERÊNCIA EM REABILITAÇÃO “JORGE RAFFUL KANAWATY”: UMA PROPOSTA DE QUALIFICAÇÃO DO ACESSO E MONITORAMENTO DOS CASOS 22 AVANÇOS E DESAFIOS NA CONSOLIDAÇÃO DAS OFICINAS TERAPÊUTICAS E DO NÚCLEO PSICOSSOCIAL NO CENTRO DE REABILITAÇÃO FÍSICA E REUMATOLÓGICA “JORGE RAFFUL KANAWATY” - CAMPINAS/SP 24 CATANDUVA SAÚDE SUSTENTÁVEL – AÇÕES PARA REDUÇÃO DO CONSUMO DE ENERGIA ELÉTRICA, ÁGUA E TELEFONE EM UNIDADES DE SAÚDE NO MUNICÍPIO DE CATANDUVA 26 COTIA IMPLANTAÇÃO DO SERVIÇO DA MOTOLÂNCIA DO SAMU NO MUNICÍPIO DE COTIA 28 IMPLANTAÇÃO DO MÓDULO VACINA DO E-SUS AB NO MUNICÍPIO DE COTIA-SP 31 DIADEMA O ENFERMEIRO COMO GESTOR DE CASO E A CONSULTA DE ENFERMAGEM PARA O CUIDADO INTEGRAL EM HANSENÍASE EM UM AMBULATÓRIO DE ESPECIALIDADES 33 IMPLANTAÇÃO DAS VISITAS TÉCNICAS PELO SERVIÇO DE CONTROLE DE INFECÇÃO RELACIONADO À ASSISTÊNCIA À SAÚDE (SCIRAS) EM AMBULATÓRIO DE ESPECIALIDADE 35 A PRÁTICA DA GESTÃO DE CASO NO ATENDIMENTO ÀS GESTANTES DE ALTO RISCO EM UM AMBULATÓRIO DE ESPECIALIDADES 36 EMBU DAS ARTES PROJETO OFICINA DE REDES - FACILITANDO E AMPLIANDO OS TRABALHOS DOS GRUPOS TÉCNICOS E CONDUTORES DA REGIÃO DOS MANANCIAIS: A CONSTRUÇÃO DE UM CAMINHO INTEGRADO E COMPARTILHADO 38 FRANCO DA ROCHA O GUIA DE ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA: UM INSTRUMENTO TÉCNICO PARA A PROMOÇÃO DO CUIDADO EM FRANCO DA ROCHA 40 A SAÚDE COMEÇA PELA BOCA – EVOLUÇÃO DO ACESSO DO PÚBLICO ADULTO AO TRATAMENTO ODONTOLÓGICO NO MUNICÍPIO DE FRANCO DA ROCHA 42 INFORMATIZAÇÃO DA REDE NO ÂMBITO DO MUNICÍPIO - UM PROCESSO DE ESTRUTURAÇÃO PARA AMPLIAÇÃO E FORTALECIMENTO DAS AÇÕES DE SAÚDE 44 SUMÁRIO GESTÃO DE SAÚDE 2
IMPACTO DAS EMENDAS PARLAMENTARES NO FORTALECIMENTO DA REDE DE SAÚDE NO MUNICÍPIO DE FRANCO DA ROCHA 46 IMPLANTAÇÃO DO SISTEMA HÓRUS NO MUNICÍPIO DE FRANCO DA ROCHA 48 FUNDAÇÃO JUQUERY: A CONSTRUÇÃO DE UMA FUNDAÇÃO PÚBLICA PARA A SAÚDE DE FRANCO DA ROCHA E REGIÃO 50 GUARULHOS MODERNIZAÇÃO DA SAÚDE PÚBLICA EM GUARULHOS/SP – INFORMAÇÃO É A MATÉRIA-PRIMA DA GESTÃO 52 IMPLANTAÇÃO DA REDE DE ATENÇÃO AOS DIREITOS HUMANOS NA SECRETARIA DE SAÚDE DE GUARULHOS 54 IGARAPAVA INTERVENÇÃO DA GESTÃO MUNICIPAL EM HOSPITAL PRESTADOR DE SERVIÇO: EXPERIÊNCIA DE UM MUNICÍPIO DO INTERIOR DO ESTADO DE SÃO PAULO 56 ILHABELA O PLANEJAMENTO EM SAÚDE NO MUNICÍPIO DE ILHABELA: REORGANIZANDO OS INSTRUMENTOS PARA TRANSFORMAR O SERVIÇO 58 A IMPORTÂNCIA DA ATUAÇÃO DA EQUIPE DE SAÚDE BUCAL NA ROTINA DAS UNIDADES ESCOLARES MUNICIPAIS DA CIDADE DE ILHABELA PARA MANUTENÇÃO DO BAIXO ÍNDICE DE CÁRIE 60 ITAPECERICA DA SERRA PRODUÇÃO DE DOCUMENTO NORTEADOR SOBRE ACOLHIMENTO, TRABALHO EM EQUIPE, AÇÕES COLETIVAS E REDES DE PRODUÇÃO DE SAÚDE NO MUNICÍPIO DE ITAPECERICA DA SERRA 62 ESTRATÉGIAS E DESAFIOS COMUNICACIONAIS DO SUS EM ITAPECERICA DA SERRA 64 REDE CEGONHA DA REGIÃO DOS MANANCIAIS: SUPERANDO A FRAGMENTAÇÃO DO CUIDADO MATERNO-INFANTIL 66 REDE CEGONHA DA REGIÃO DOS MANANCIAIS: UMA POTENCIALIDADE PARA ALÉM DAS REUNIÕES 68 ITAPEVI CONTINUIDADE DO CUIDADO: A EXPERIÊNCIA DO MUNICÍPIO DE ITAPEVI E DO AMBULATÓRIO MÉDICO DE ESPECIALIDADES DE ITAPEVI 70 JUNDIAÍ “GUIA DE APOIO À PREVENÇÃO E ENFRENTAMENTO DA JUDICIALIZAÇÃO DA SAÚDE NO SUS MUNICIPAL: ESTRATÉGIAS EXITOSAS APLICADAS PELO MUNICÍPIO DE JUNDIAÍ NA GESTÃO DA JUDICIALIZAÇÃO DA SAÚDE” 72 “O MÉTODO APOIO COMO FERRAMENTA PARA PREVENÇÃO E ENFRENTAMENTO DA JUDICIALIZAÇÃO DA SAÚDE NO SUS MUNICIPAL: O CASO DE JUNDIAÍ, SP 76 AÇÕES PARA A MELHORIA DA CAPTAÇÃO DE LESÕES BUCAIS NO MUNICÍPIO DE JUNDIAÍ - SP 78 MAIRIPORÃ A CONSTRUÇÃO DO COMITÊ DE INVESTIGAÇÃO DE TRANSMISSÃO VERTICAL DE SÍFILIS NO MUNICÍPIO DE MAIRIPORÃ 80 MÃE MAIRIPORANENSE: A CONSTRUÇÃO DE UMA POLÍTICA PÚBLICA INTERSETORIAL SOB O OLHAR DA SAÚDE NO MUNICÍPIO DE MAIRIPORÃ 82 MOGI DAS CRUZES REDUZINDO O IMPACTO DA JUDICIALIZAÇÃO DE MEDICAMENTOS E INSUMOS NO MUNICÍPIO DE MOGI DAS CRUZES 84 EXPERIÊNCIA DE IMPLANTAÇÃO DO COMITÊ GESTOR MUNICIPAL DA REDE CEGONHA NO MUNICÍPIO DE MOGI GUAÇU 87 PERUÍBE IMPLANTAÇÃO DA GESTÃO DE GESTÃO DE SAÚDE 3
EMENDAS PARLAMENTARES DA SAÚDE NO MUNICÍPIO DE PERUÍBE: UMA EXPERIÊNCIA DE SUCESSO 89 PIRACICABA HOSPITAL REGIONAL “DOUTORA ZILDA ARNS”: MODELO DE GESTÃO EM SAÚDE NO MUNICÍPIO DE PIRACICABA E REGIÃO 91 RIBEIRÃO PRETO USO DE APLICATIVO PARA AMPLIAR O ACESSO DE AGENDAMENTO DE CONSULTAS NA UNIDADE BÁSICA DE SAÚDE VILA ABRANCHES AVALIAÇÃO DE IMPLANTAÇÃO 94 VISITAS À UNIDADES DE SAÚDE: MELHORIA NOS PROCESSOS DE TRABALHO 96 ESTUDO PRELIMINAR DO USO DO APLICATIVO HORA MARCADA NOS AGENDAMENTOS EM CONSULTAS SAÚDE NAS UNIDADES BÁSICAS DE RIBEIRÃO PRETO 98 ELABORAÇÃO DE UM PROTOCOLO DE SOLICITAÇÃO PARA OS EXAMES DE VITAMINA B12 E FERRITINA PARA OS PACIENTES SUS NA REDE DE ATENÇÃO BÁSICA E ESPECIALIZADA NO MUNICÍPIO DE RIBEIRÃO PRETO 101 SANTANA DE PARNAÍBA CONFECÇÃO DE ÓRTESES PARA PACIENTES EM REABILITAÇÃO DA MÃO E MEMBROS SUPERIORES POR TERAPEUTAS OCUPACIONAIS DA PREFEITURA DE SANTANA DE PARNAÍBA 103 AGENDAMENTO E MONITORAMENTO DE CONSULTAS DE RECÉM NASCIDOS NO HOSPITAL E MATERNIDADE MUNICIPAL SANTA ANA NO MUNICÍPIO DE SANTANA DE PARNAÍBA 105 PROJETO CRESCER: INTERFACE ENTRE SAÚDE E ASSISTÊNCIA SOCIAL 107 ENFOCO - GESTÃO ASSISTENCIAL: CUIDADO COM O CUIDADOR 109 CLASSIFICAÇÃO DE RISCO: DESFECHOS DOS PACIENTES CLASSIFICADOS POR COR NA UPA 24H FAZENDINHA 111 QUERO VOCÊ NA UBS! ESTRATÉGIA DE FORTALECIMENTO DO CUIDADO PREVENTIVO NA ATENÇÃO BÁSICA A PARTIR DA INTERVENÇÃO DO SERVIÇO SOCIAL DA UPA24H FAZENDINHA EM SANTANA DE PARNAÍBA 113 SANTO ANDRÉ TRATAR IMEDIATAMENTE OS ADMITIDOS COM INFECÇÃO PELO HIV: CONTRIBUIÇÃO DO PROGRAMA DE IST/ AIDS DE SANTO ANDRÉ PARA O FIM DA EPIDEMIA E BENEFICIAR ESTRATÉGIAS DE CURA FUTURA 115 CRIAÇÃO DO NÚCLEO DA QUALIDADE E SEGURANÇA DO PACIENTE NO MUNICÍPIO DE SANTO ANDRÉ 117 FACTIBILIDADE DE UM SERVIÇO ASSISTENCIAL DO SUS EM PRODUZIR CONHECIMENTO CIENTÍFICO: CONTRIBUIÇÃO DO CENTRO MÉDICO DE ESPECIALIDADES, REFERÊNCIA EM ASSISTÊNCIA, ENSINO E PESQUISA EM INFECTOLOGIA DA PREFEITURA DE SANTO ANDRÉ/SP 119 OUVIDORIA: FORTALECIMENTO COMO INSTRUMENTO DE GESTÃO DO SUS 121 IMPLANTAÇÃO DO MANUAL DE CLASSIFICAÇÃO DE RISCO PARA ENFERMEIROS NA TRIAGEM DAS SETE UNIDADES DE PRONTO ATENDIMENTO E PRONTO ATENDIMENTOS NO MUNICÍPIO DE SANTO ANDRÉ 123 PROGRAMAÇÃO ANUAL DE SAÚDE: O MONITORAMENTO COMO ESPAÇO DE IDENTIFICAÇÃO E REFLEXÃO SOBRE NÓS-CRÍTICOS E POSSIBILIDADES DE ATUAÇÃO 125 PROGRAMA QUALISAÚDE UMA NOVA PERSPECTIVA PARA O SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE NA QUALIFICAÇÃO DOS PILARES ESTRUTURAIS DOS PROCESSOS DA GESTÃO DO CUIDADO HUMANIZADO E VALORIZAÇÃO DOS USUÁRIOS E TRABALHADORES NO MUNICÍPIO DE SANTO ANDRÉ 127 SANTOS PROBLEMA-AÇÃO: MORTALIDADE INFANTIL ZERO: É O QUE QUEREMOS. OS CAMINHOS PERCORRIDOS NA REDE DE SAÚDE DO MUNICÍPIO DE SANTOS-SP 130 GESTÃO DE SAÚDE 4
SÃO BERNARDO DO CAMPO FORNECIMENTO DE RELATÓRIO PARA AVALIAÇÃO DO ACESSO AVANÇADO NAS UNIDADES BÁSICAS DE SAÚDE DE SÃO BERNARDO DO CAMPO TEMA: GESTÃO EM SAÚDE 132 GESTÃO DA ENFERMAGEM NA PREVENÇÃO E TRATAMENTO DE LESÕES DE PELE NO CHMSBC 134 QUANTIFICAR ACHADOS CRÍTICOS NO SERVIÇO DE ULTRASSONOGRAFIA DO CAISM E AVALIAR A REDUÇÃO DE PREMATURIDADE NEONATAL DE ACORDO COM AS MEDIDAS OBSTÉTRICAS ADOTADAS APÓS O DIAGNÓSTICO 136 REORGANIZAÇÃO DO PROCESSO DE TRABALHO NA ATENÇÃO AMBULATORIAL ESPECIALIZADA (AAE) ATRAVÉS DA IMPLEMENTAÇÃO DA ATENÇÃO MULTIDISCIPLINAR COMO ESTRATÉGIA NA IMPLANTAÇÃO DA LINHA DO CUIDADO DAS DOENÇAS RESPIRATÓRIAS CRÔNICAS (LCDR) NO MUNICÍPIO DE SBC 138 EXPERIÊNCIA NA UTILIZAÇÃO DA TECNOLOGIA MÓVEL PARA A IMFORMAÇÃO ASSSITENCIAL EM TEMPO REAL NO HOSPITAL DE CLÍNICAS DE SÃO BERNARDO DO CAMPO (CHSBC) 140 DIABETES MELLITUS GESTACIONAL (DMG): ANÁLISE DO IMPACTO DE IMPLANTAÇÃO DE UMA NOVA ESTRATÉGIA DE DIAGNÓSTICO 142 PERFIL SOCIOECONÔMICO E QUALIDADE DE VIDA DE PACIENTES EM USO DE OXIGENOTERAPIA DOMICILIAR PROLONGADA NO MUNICÍPIO DE SBC 143 APLICABILIDADE DA TECNOLOGIA VOLTADA PARA BIOSSEGURANÇA DOS PROFISSIONAIS DE ENFERMAGEM 145 PRESCRIÇÃO INDIVIDUALIZADA DE LEITE MATERNO PARA RECÉM-NASCIDOS PRÉTERMO: IMPACTO NO CRESCIMENTO, MORBIDADES E MORTALIDADE NO HOSPITAL MUNICIPAL UNIVERSITÁRIO DE SÃO BERNARDO DO CAMPO 147 APLICAÇÃO DA METODOLOGIA LEAN NA GESTÃO DA CLASSIFICAÇÃO DE RISCO 149 SÃO JOSÉ DO RIO PRETO GESTÃO EM SAÚDE- QUALIFICANDO GESTORES E POTENCIAIS FUTUROS GESTORES NAS UNIDADES PRIMÁRIAS DE SAÚDE, NAS UNIDADES ESPECIALIZADAS E DE URGÊNCIA DO MUNICÍPIO DE SÃO JOSÉ DO RIO PRETO 151 CONTRIBUIÇÕES DAS INFORMAÇÕES DE CUSTOS NA ÁREA DE RECURSOS HUMANOS DE UMA SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE 154 TELEMEDICINA- FERRAMENTA INDISPENSÁVEL E EXCELENTE ACEITAÇÃO NO PROCESSO DE TRABALHO DA ATENÇÃO PRIMÁRIA DE SÃO JOSÉ DO RIO PRETO 156 SÃO JOSÉ DOS CAMPOS RASTREAMENTO DE CÂNCER DE PRÓSTATA 158 SÃO PAULO INTRODUÇÃO DE FERRAMENTAS INFORMATIZADAS PARA MELHORIA DOS PROCESSOS DE AUDITORIA DAS COMISSÕES DE REVISÃO DE PRONTUÁRIOS 160 USO DO WHATSAPP® COMO FERRAMENTA PARA DIMINUIÇÃO DO ABSENTEÍSMO E REAGENDAMENTOS EM CONSULTAS DE ESPECIALIDADES NO HD RHC M’ BOI MIRIM I DO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO 162 IMPLEMENTAÇÃO E APRIMORAMENTO DO OLHAR DA EQUIPE DE SAÚDE AO CUIDADO DA PESSOA IDOSA NA ATENÇÃO BÁSICA. IMPLANTAÇÃO DA EASPI - EQUIPE DE ATENDIMENTO À SAÚDE DO IDOSO NAS UNIDADES DE SAÚDE DO TERRITÓRIO DE SÃO MATEUS 164 MONITORAMENTO DOS PACIENTES DA REUMATOLOGIA EM USO DE MEDICAMENTO DE ALTO CUSTO 166 RETRATO INICIAL DO PROGRAMA ACESSA SUS NA SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE DE SÃO PAULO (SMS-SP) 168 ACOLHIMENTO HUMANIZADO PARA SAÚDE INTEGRAL DA POPULAÇÃO LGBTQIA+ NA UBS/AMA INTEGRADA PROF. DR. HUMBERTO CERRUTI 170 GESTÃO DE SAÚDE 5
GESTÃO DO CUIDADO À PESSOA IDOSA NO TERRITÓRIO POR MEIO DA ARTICULAÇÃO DAS REDES DE SAÚDE 172 IMPLANTAÇÃO DO COLEGIADO GESTOR ENTRE SERVIÇOS DE SAÚDE NA REGIÃO DE PARELHEIROS MUNICÍPIO SÃO PAULO 174 ACESSO A SAÚDE PLENA UBS/ESF VILA NOVA YORK: IMPLANTAÇÃO DO ACESSO AVANÇADO 176 SUZANO O MONITORAMENTO EM SAÚDE MENTAL COMO FERRAMENTA DE GESTÃO EMBU DAS ARTES A ATUAÇÃO DOS CONSELHOS GESTORES E CONSELHO MUNICIPAL DE SAÚDE NA CONQUISTA DE UMA EFETIVA PARTICIPAÇÃO SOCIAL EM EMBU DAS ARTES 196 GUARULHOS A EXPERIÊNCIA VIVIDA PELOS TRÊS SEGMENTOS COMPONENTES DO SUS (GESTOR, TRABALHADOR E USUÁRIO), DESDE A CONFERÊNCIA MUNICIPAL DE SAÚDE DE GUARULHOS ATÉ A 16° (8°+ 8) CONFERÊNCIA NACIONAL DE SAÚDE EM 2019 198 REORGANIZAÇÃO DAS DIRETRIZES E PRÁTICAS PARA A OUVIDORIA SUS NO MUNICÍPIO DE GUARULHOS/SP 200 IGARAPAVA CONSELHO DE SAÚDE COMO FERRAMENTA DE FORTALECIMENTO DEMOCRÁTICO DO SUS 202 JUNDIAÍ CONTROLE SOCIAL, UM DISPARADOR E AVALIAÇÃO DE QUALIDADE DO TRABALHO 178 EM TEMPOS DE DES-FINANCIAMENTO: AMPLIAÇÃO DAS EQUIPES DE SAÚDE BUCAL DA ESF NO MUNICÍPIO DE SUZANO NOS ANOS DE 2015 A 2019 180 TABOÃO DA SERRA COEFICIENTE DE MORTALIDADE POR COMPLICAÇÕES AGUDAS DO DIABETES EM RESIDENTES NO MUNICÍPIO DE TABOÃO DA SERRA SEGUNDO SISTEMA DE INFORMAÇÃO DE MORTALIDADE ANO 2019 182 OUTRAS EXPERIÊNCIAS - GESTÃO DE SAÚDE ANHUMAS SAÚDE PARA OS TRABALHADORES ANHUMENSES 185 PARTICIPAÇÃO SOCIAL AMPARO EXPERIÊNCIAS COM A PARTICIPAÇÃO POPULAR E CONTROLE SOCIAL A NÍVEL DE TERRITÓRIO – SALA DE ESPERA E REUNIÕES COM O CONSELHO LOCAL DE SAÚDE 188 ARARAQUARA HORTA COMUNITÁRIA DA UNIDADE DE SAÚDE DA FAMÍLIA JARDIM BRASÍLIA 190 CAMPINAS REINVENTANDO A PRÁTICA DA PARTICIPAÇÃO SOCIAL EM UM CONSELHO LOCAL DE SAÚDE DO SERVIÇO DE REFERÊNCIA EM REABILITAÇÃO NO MUNICÍPIO DE CAMPINAS/SP 192 DESCALVADO EMPODERAMENTO SOCIAL UTILIZANDO A METODOLOGIA DE ACOMPANHAMENTO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA E FINANCEIRA DO CONSELHO NACIONAL DE SAÚDE NO MUNICÍPIO DE DESCALVADO - SP 194 GESTÃO DE SAÚDE 6
O CENTRO ESPECIALIZADO EM REABILITAÇÃO COMO FERRAMENTA PARA O ACESSO DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA AOS ESPAÇOS PÚBLICOS 220 PARCERIAS ENTRE O PODER PÚBLICO E A SOCIEDADE CIVIL PARA O ENFRENTAMENTO DO HIV: O CASO DA CAMPANHA DO DIA MUNDIAL DA AIDS DE 2019 222 NÚCLEO DE QUALIDADE DA OUVIDORIA DA AUTARQUIA HOSPITALAR MUNICIPAL: ANÁLISE DE QUALIDADE DA REDE HOSPITALAR DE OUVIDORIAS DO SUS DO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO 224 COLETA DE RESÍDUOS DOMICILIARES NO BANANAL UMA CONQUISTA INTERSETORIAL E DE PARTICIPAÇÃO SOCIAL 226 PAC - PROGRAMA DE AVALIAÇÃO CONTINUADA: MELHORIA DE QUALIDADE NA REDE DE OUVIDORIA SUS DO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO 228 PROJETO QUINTAL DA ILHA – UBS IGUAÇU 230 PROJETO DEVOLVA-ME - PROGRAMA AMBIENTES VERDES E SAUDÁVEIS 232 TABOÃO DA SERRA FORTALECIMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE SAÚDE A PARTIR DA EDUCAÇÃO PERMANENTE 235 TEODORO SAMPAIO OBJETIVOS SUSTENTÁVEIS DA ONU COMO METAS PARA O SUS EM TEODORO SAMPAIO/SP 237 UBATUBA “ISSO VAI PASSAR E TUDO VAI FICAR BEM” O PODER DA ARTE NA HUMANIZAÇÃO DO CUIDADO EM REABILITAÇÃO 238 OUTRAS EXPERIÊNCIAS - PARTICIPAÇÃO SOCIAL ITAJOBI HORTA MEDICINAL COMO TERAPIA COMPLEMENTAR E SUBSTUTIVA 241 PARA A INTERSETORIALIDADE E FORTALECIMENTO DO SUS 203 MOGI-GUAÇU HORTA COMUNITÁRIA – PROJETO QUALIDADE DE VIDA NA USF EUCALIPTOS 205 OUROESTE PLANO MUNICIPAL DE DESNATURALIZAÇÃO E ENFRENTAMENTO ÀS VIOLÊNCIAS CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES DE OUROESTE E ARABÁ 207 SANTANA DE PARNAÍBA RELATO DA EXPERIÊNCIA DA PARTICIPAÇÃO DOS USUÁRIOS DO CENTRO DE ATENÇÃO PSICOSSOCIAL ÁLCOOL E DROGAS “TRAVESSIA” NA COPA DA INCLUSÃO DA ONG SÃ CONSCIÊNCIA 210 SANTOS “AÇÃO E CIDADANIA EM DEFESA DO SUS, DA COMISSÃO DE POLÍTICAS DE SAÚDE DO CONSELHO MUNICIPAL DE SAÚDE: O SUS ENTRE O POSSÍVEL E O SONHO EM TERRITÓRIOS SOBRE FAVELAS CONSTRUÍDAS EM PALAFITAS, CORTIÇOS E MORROS” 212 SÃO PAULO DEMOCRACIA E SAÚDE - A IMPORTÂNCIA DA PARTICIPAÇÃO SOCIAL NA 20ª CONFERÊNCIA MUNICIPAL DE SAÚDE DE SÃO PAULO 214 A PRÁXIS DA AÇÃO CONSELHEIRA: O FÓRUM INTERCONSELHOS COMO ESPAÇO DE INTEGRAÇÃO DOS CONSELHOS GESTORES DE SAÚDE DA SUPERVISÃO TÉCNICA DE SAÚDE DE PIRITUBA 216 PROJETO E OLHO NA COMUNIDADE ENGENHO - PROGRAMA AMBIENTES VERDES E SAUDÁVEIS 218 GESTÃO DE SAÚDE 7
DIRETORIA DO COSEMS/SP (2019/2021) Presidente: Geraldo Reple Sobrinho - SMS São Bernardo do Campo 1ª Vice-Presidente: CarmemGuariente - SMS Araçatuba 2ª Vice-Presidente: Adriana Martins - SMS Guararema 1ª Secretária: Raquel Zaicaner - SMS Taboão da Serra 2ª Secretária: Luciana Arantes - SMS Batatais 1ª Tesoureira: Maria Dalva dos Santos - SMS Embu Guaçu 2º Tesoureiro: Wander Boneli - SMS Descalvado Diretor de Comunicação: Cristiane Gomes - SMS Paraguaçu Paulista Vogais: Amauri Toledo - SMS Caraguatatuba Ana Fernanda - SMS Capão Bonito Clara Carvalho - SMS Mogi Guaçu Edson Ap. dos Santos - SMS São Paulo Elaine Xavier - SMS Lucianópolis Lucimeire Rocha - SMS Santa Bárbara D’Oeste Márcia Reina - SMS Votuporanga Marco da Silva - SMS Nantes Maristela Santos - SMS Guaratinguetá Paula Terçariol – SMS Lavínia Ricardo Conti - SMS Lençóis Paulista Ricardo Leão - SMS Apiaí Ronaldo Gonçalves Junior - SMS Catanduva Sueli Melo - SMS Monte Alto Tiago Texera - SMS Jundiaí Comissão Organizadora da Mostra : Ana Lúcia Pereira Brigina Kemp Cleide Fernandes Campos Dirce Cruz Marques Lidia Tobias Silveira Márcia Marinho Tubone Projeto Revista Eletrônica: Claudia Meirelles Secretária Executiva Aparecida Linhares Pimenta Assessoria Técnica Brigina Kemp Claudia Meirelles Cleide Campos Dirce Cruz Marques Elaine Giannotti Lídia Tobias Silveira Marcia Tubone Maria Ermínia Ciliberti Mariana Alves Melo Assessoria de Comunicação Bruno Quiqueto Claudia Meirelles E-mail: comunicacao@cosemssp.org.br Projeto Gráfico Marcelo Cielo Editoração Eletrônica RS Press Foto de capa Arquivo COSEMS/SP Em março deste ano fomos surpreendidos com a pandemia provocada pelo novo coronavírus (Sars-Cov-2) e por isto a 17º Mostra de Experiências Exitosas dos Municípios, atividade importante para o COSEMS/SP, foi suspensa, juntamente com o 34º Congresso de Secretários Municipais de Saúde do Estado de São Paulo. Passado o despontamento inicial por não podermos exibir os trabalhos no espaço da Mostra e promover a troca de experiências, como fazemos todos os anos, nos sentimos convocados a rever o universo dos 1146 trabalhos inscritos e refletir sobre o significado de experiências tão diversificadas do SUS municipal neste momento tão complexo como o contexto da COVID19. Deste total, 1114 trabalhos foram inscritos pelas equipes municipais e 32 trabalhos foram inscritos como outras experiências, modalidade também prevista no regulamento da Mostra. Ehoje, após esta imersão, onde nasce a proposta para a confecção das revistas eletrônicas, acreditamos que as experiências descritas nos trabalhos representam o alicerce com o qual os gestores e equipes municipais contaram para organizar a Rede de Atenção à Saúde, para garantir o enfrentamento da COVID19. Aqui estão descritas experiências vinculadas à Gestão e à Participação Social, dois temas que se relacionam, uma vez que o SUS nasceu com a Constituição de 1988, sob os signos da participação da sociedade na gestão do sistema, da democratização, da garantia da saúde como direito de cidadania e de construção de uma sociedade mais inclusiva e solidária. Os Trabalhos apresentados sobre a Participação Social demostram preocupações com a necessidade de estimular o protagonismo e a mobilização da comunidade nas discussões da saúde, na defesa do SUS, na organização de mecanismos de participação direta da sociedade, como ouvidorias e no funcionamento dos Conselhos e das Conferências de Saúde. Sobre o tema Gestão em Saúde, os relatos perpassam vários aspectos deste campo no SUS, desde o planejamento emsaúde como dispositivo para ampliar o acesso à saúde, diversas estratégias para reorganizar a Rede de Atenção à Saúde na perspectiva da ampliação e qualificação do cuidado. Da mesma forma, são observadas experiências sobre gestão participativa, como a implantação de colegiados de gestão e da redução do impacto da judicialização na saúde municipal. Assim, convidamos a todos, a mergulharem no universo das diferentes experiências apresentadas nas duas temáticas deste número da Revista Mostra COSEMS/SP. PREFÁCIO GESTÃO DE SAÚDE 8
Este ano, como já é do conhecimento de todos, fomos obrigados a adiar o 34º Congresso do COSEMS/SP por conta da COVID 19 no Brasil e no estado de São Paulo, onde continua acumulando, em números absolutos, o maior número de casos no país. O tema do nosso Congresso era COSEMS/SP – 32 ANOS EM DEFESA DO SUS, quando pretendíamos debater o papel da entidade no processo de construção do SUS nos municípios do estado de São Paulo. Neste momento, já estamos retomando a organização do congresso, adiado para março de 2021, primeiro ano de novas gestões municipais, o que nos dá mais responsabilidade na defesa incondicional do SUS. Com certeza, o próximo Congresso vai evidenciar a força viva do SUS, construída no cotidiano da gestão e dos serviços de saúde. Continuaremos trabalhando e lutando pelo SUS que acreditamos, aquele que se faz de no debate democrático e na construção de consensos, com financiamento justo, participação e com muitos aprendizados e ensinamentos. Mostraremos, mais uma vez que mesmo em situações tão adversas, como a que estamos vivenciando em 2020 por conta da necessidade de enfrentar a COVID19, o SUS é capaz de se reinventar no território municipal. Quanto à 17ª Mostra de Experiências Exitosas, que também não foi possível acontecer, a primeira avaliação dos trabalhos trouxe mais uma vez o que nos surpreende a cada ano: a organização capilar e cotidiana da rede de atenção à saúde no ESP, com experiências que revelam o quanto as equipes de saúde são capazes de produzir com o objetivo de garantir o cuidado integral a população do nosso Estado. Este ano, foram inscritos 1146 trabalhos, o que representa um recorde numérico em relação aos anos anteriores. E isto, não poderia passar despercebido pela Diretoria do COSEMS/SP! Como reagir à enorme frustação de não possibilitar à experiência de vermos centenas de pessoas transitando e conversando sobre as sua experiências na construção do SUS e encerrar o processo com a premiação David Capistrano e com as Menções Honrosas? Daí a nossa decisão de publicar todos os trabalhos inscritos na 17ª Mostra de Experiências Exitosas dos Municípios, por meio de edições especiais, que demonstram o engajamento e o compromisso dos gestores municipais e dos trabalhadores da saúde para ofertar o SUS que a população merece. Seguramente, estas revistas carregam o DNA do SUS! Um orgulho para nós, que representamos os municípios paulistas na defesa do SUS! Geraldo Reple Presidente do COSEMS/SP, SMS de São Bernardo do Campo e Membro do Comitê de Contingência do Governo do Estado de SP PALAVRA DO PRESIDENTE DO COSEMS/SP GESTÃO DE SAÚDE 9
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SISPACTO: COMPROMISSO DE TODOS DO PLANEJAMENTO À INTERVENÇÃO!!!! Autores: Sandra Margareth Exaltação, Marcos André Crepaldi, Priscila Nogueira de Morais Cestaro, Carmem Silvia Guariente Instituição: PREFEITURA MUNICIPAL DE ARAÇATUBA Município: Araçatuba CIR: Central Endereço: Rua Rio de Janeiro Telefone: 36361100 Celular: 997513070 Email: dstata@hotmail.com INTRODUÇÃO E JUSTIFICATIVA Com a mudança da Gestão da Secretaria Municipal de Saúde em 2017foi identificado que não existia, por parte da equipe de gestão e técnica, conhecimento sobre a Resolução CIT nº 8 de 2016 dispõe sobre o processo de pactuação interfederativa de indicadores (SISPACTO) para os anos de 2017-2021, estabelecendo um rol de 23 indicadores, para os quais deverão ser pactuadas metas anuais para os estados, municípios e regiões de saúde. Anterior ao ano de 2017, as pactuação dos Indicadores do SISPACTO era realizada por um técnico ou secretário(a) de saúde, sem consultar a equipe técnica. Desta forma, “não existia” Monitoramento e Avaliação comperiodicidade adequada para intervir nas ações para alcance da meta pactuada. A avaliação era realizada ao final de cada exercício um técnico solicitava informações/dados aos serviços que os forneciam sem saber qual finalidade. OBJETIVOS Incorporar no processo de trabalho da equipe técnica/gestão da Secretaria Municipal de Saúde a Pactuação, Monitoramento e Avaliação dos Indicadores, bem como as estratégias de intervenção para alcance das metas. METODOLOGIA A partir de 2017, a Pactuação dos Indicadores passa a envolver toda equipe da Secretaria Municipal de Saúde, com os compromissos assumidos, individuais e em grupo incorporados à agenda de cada gestor técnico: - a pactuação das metas em 2017 e nos anos seguintes foi em reunião coordenada pela Secretária de Saúde e com a participação de todos os departamentos; - todos tiveremque entender o que émeta – qual o processo para estabelecer ameta - implantada planilha para acompanhamento mensal de cada indicador contendo: cálculo do indicador, meta, fonte de informação, resultado mensal quadrimestral e anual, espaço para monitoramento mensal, avaliação quadrimestral e proposta de intervenção. - definidoresponsávelpor cada indicador para acompanhar a implantação das ações estratégias, monitorar o resultado, apresentando-as na reunião mensal. - reunião mensal com os responsáveis dos indicadores para análise e propostas de intervenção, e estabelecer indicadores prioritários para acompanhamento a fim de alcance da meta. - elaboração de fluxo mensal para as informações:do partir do recebimento dos dados pelo responsável do indicador, até às informações sistematizadas na planilha para a Secretária de Saúde. GESTÃO DE SAÚDE 11
RESULTADOS Como resultado do monitoramento mensal, a equipe técnica consegue acompanhar as ações pactuadas através das suas agendas, o que permite intervenções em tempo hábil. Ainda como resultado do monitoramento o Grupo Técnico identificou necessidade em envolver Diretores na discussão dos indicadores e a Construção Fluxo para sistematizar informação. • Cada responsável pelo indicador recebe dados. • Enviar dados para analise conjunta com o respectivo diretor. • Diretores enviam dados com análises para o Planejamento consolidar informações. • Planejamento envia dados consolidados a Secretária Saúde. • Avaliação dos indicadores na reunião com diretores. Outro fruto do envolvimento da equipe técnica no monitoramento e analise dos números dos indicadores foi a elaboração de projetos: Projeto Azul – Redução do In dice de Mortalidade Infantil e; Projeto Verde – Redução da Mortalidade Prematura na faixa etária de 30 a 69 anos por Doenças Crônicas Não Transmissíveis. Em um ano da implantação do Projeto Azul houve redução de cerca de 50% na mortalidade neonatal precoce! CONSIDERAÇÕES FINAIS O desafio agora é traduzir os números em avaliações de forma contínua e utilizá-las para subsidiar processos de tomadas de decisões estratégicas em tempo hábil para melhorar os indicadores, beneficiando a eficiência e a eficácia da política de saúde do Município. Referências Bibliográficas GESTÃO DE SAÚDE 12
TREINAMENTO DATASUS Autores: Márcio Alexandre Camargo, Camila de Moraes Delchiaro Instituição: SECRETARIA MUNICIPAL DA SAÚDE DE ASSIS Município: Assis CIR: Assis Endereço: Rua Cândido Mota Telefone: 33025555 Celular: 997510585 Email: semusa@saude.assis.sp.gov.br INTRODUÇÃO E JUSTIFICATIVA A Secretaria Municipal da Saúde desenvolve, oitivas com os coordenadores e, em conjunto, selecionarão multiplicadores para a capacitação dos profissionais que ocupam postos de responsabilidade administrativa e profissionais especialistas. A Organização Mundial de Saúde (2010) reforça a necessidade de adaptar a resposta dos serviços de saúde à especificidade de cada comunidade e de cada situação individual. Nesse sentido, o conhecimento dos sistemas e esquemas de informação que dão suporte aos processos decisórios nas unidades de saúde e na administração dos sistemas de saúde revela-se de fundamental importância, não só para a apreensão da realidade vivida, mas também, como instrumento de orientação. OBJETIVOS No processo de tomada de decisões, torna-se essencial conhecer a origem das informações para garantir sua fidedignidade, bem como sua relevância, isto é, a importância delas no processo decisório. E, sobretudo, devem estar oportunamente disponíveis, ou seja, facilmente acessíveis ou recuperáveis, para possibilitar uma resposta adequada, em tempo ideal, que permita subsidiar uma tomada de decisão. Busca-se também como objetivo, ao apresentar a conceituação básica e metodológica, facilitar as relações entre os profissionais de saúde e especialistas em sistemas de computação, condição necessária para a implementação dos sistemas de informação em saúde. METODOLOGIA A educação permanente é apontada como um requisito fundamental para alcançar os objetivos e metas propostos, bemcomo a necessidade de ummaior envolvimento dos profissionais de saúde na consolidação dos SIS para, desta forma, provocar reflexões nos profissionais sobre a importância desta ferramenta para a gestão da saúde. Foram mobilizadas as equipes da Estratégia e Saúde da Família (ESF) com o objetivo de sensibilizar, ponderar e orientar sobre as normas do PMAQ, envolvendo os seguintes profissionais de saúde: Enfermeiros, Médicos, Auxiliares e Técnicos de Enfermagem, ACS, Dentistas e ASBs. RESULTADOS O conteúdo da oficina foi elaborado com base na experiência anterior já desenvolvida pelo Departamento de Atenção Básica. Foi realizado um novo diagnóstico do conteúdo com visitas in loco e readaptado pelos profissionais executantes do e-SUS PEC para realizar esta capacitação. Com respeito ao conteúdo da oficina, cabe destacar as seguintes alterações principais: 1. O tempo de duração determinado para esta capacitação foi de um a dois dias para cada categoria, com carga horária de quatro horas; 2. Inclusão de outros conteúdos e atividades para a obtenção GESTÃO DE SAÚDE 13
do alcance dos objetivos elencados e melhor aproximação da teoria e prática; 3. Trabalhar com exemplos reais de cada participante, os convidando para exemplificar sua prática profissional no dia a dia, garantindo o uso dos conhecimentos adquiridos após a capacitação. CONSIDERAÇÕES FINAIS A cultura organizacional do setor público brasileiro, em geral, não estimula a iniciativa e a criatividade de seus servidores. Entretanto, deve-se lembrar que todo processo de mudança implica a necessidade de profissionais, não apenas com boa capacitação técnica, mas com a liberdade de criação e autonomia de ação. Na gerência de serviços de saúde, é básica a necessidade de cadastros de pacientes, cadastro da população, cadastros de estabelecimentos, produção das atividades de saúde, conhecimento do perfil de doenças atendidas, da mortalidade, número de profissionais de saúde, número de consultórios, leitos, medicamentos utilizados, gastos efetuados e tantas outras informações. Além disso, essas informações necessitam ser cruzadas para se conhecer o modus operandi dos serviços, o alcance de suas metas, objetivos e impactos. É por esse motivo que, no estágio atual de desenvolvimento tecnológico, a informática interfere nas atividades mais simples do cidadão e até nas mais simples e menores formas de aglomerações humanas. Referências Bibliográficas 1. Módulo de Treinamento do e-SUS disponibilizado pelo Ministério da Saúde e acompanhamento das apresentações da oficina / treinamento; 2. Manual PEC: http://aps.saude.gov.br/ape/esus/ manual/introdutorio, disponibilizado pelo sítio eletrônico do Ministério da Saúde, com textos de apoioeorientação sobrea conduçãodas atividades. 3. Relaçãodeatividadespropostas, referências bibliográficas e links de interesse para apoiar futuros multiplicadores da capacitação. GESTÃO DE SAÚDE 14
IMPLANTANDO FERRAMENTA DE APOIO PARA MONITORAMENTO DOS PROCESSOS DE SAÚDE, ATRAVÉS DE INDICADORES DE QUALIDADE Autores: Sueli Moreira LinoNavarro, Leandro Sunayama Inoue, JussaraMoraesHataeCampoville, Simone Yuri Fujizawa, Maria Isabel Alegre Viana da Silva Instituição: Secretaria Municipal de Saúde de Bastos Município: Bastos CIR: Tupã Endereço: Rua Sete de Setembro Telefone: 34786169 Celular: 998982804 Email: smsprojetos.bastos@gmail.com INTRODUÇÃO E JUSTIFICATIVA A avaliação constitui um instrumento essencial de apoio à gestão, o fornecimento de informação em tempo hábil para o gestor é imprescindível para a melhoria qualitativa das decisões, no entanto, o seu uso ainda é incipiente na gestão de serviços de saúde. Desta forma a secretaria municipal de saúde, na ausência de sistemas que disponibilizassem os resultados dos indicadores mensalmente para omonitoramento , foi instituída uma planilha emExcel, contendo os indicadores de Pactuação Interfederativa SISPACTO/PQA-VS e de Atenção Básica (PMAQ), uma ferramenta de apoio ao processo de monitoramento visando a inserção do mesmo no cotidiano das atribuições das coordenações e das equipes. OBJETIVOS Implantar instrumento de monitoramento dos indicadores de saúde, contribuindo para que os responsáveis pela implementação das intervenções acompanhem os resultados alcançados e verifiquem a necessidade de ajustes nas ações para que os objetivos e metas sejam alcançados. METODOLOGIA O Departamento de Controle, Planejamento e Tecnologia de Informação desenvolveram planilhas inteligentes a serem alimentadas mensalmente a partir dos dados dos sistemas locais, que permitiam visualizar os resultados dos indicadores em relação as metas programadas. Foram realizadas oficinas com as coordenações das equipes de atenção primária e de vigilâncias para problematização do monitoramento e avaliação e o planejamento das ações, resgatando conceitos de dado, informações em saúde e a importância da avaliação estabelecida para o diagnóstico e organização do processo de trabalho. Mensalmente era avaliado o instrumento de monitoramento, ajustando o à medida que verificavam divergências na busca nos sistemas locais e interpretações dos cálculos e dúvidas relacionadas a interpretação e registro do dado. Posteriormente o monitoramento foi sendo inserido a partir das constatações dos indicadores avaliados com maiores dificuldades quadrimestralmente com rodas de conversa para reflexões das causas e de quais estratégias poderiam favorecer melhor resultado destes indicadores. RESULTADOS Prontamente foi possível verificar a falta de sentido dos técnicos que alimentam os sistemas e a interpretação dos indicadores pelos profissionais de saúde, consequentemente não sendo considerados no planejamento do processo de trabalho. Detectou-se com a implantação deste instrumento erros no registro de atendimentos e procedimentos nos sistemas de informação da GESTÃO DE SAÚDE 15
atenção primária, atualização no CNES e INES a tempo as mudanças que acontecem no cotidiano das equipes. Preparadas oficinas com as equipes para esclarecimento de dúvidas quanto ao registro adequado das informações no e-SUS AB e fluxos necessário das informações. Concluiuse que este processo instigou nas equipes a acompanharem seus indicadores partir dos dados informados e o resultado obtido a partir das informações registradas, o monitoramento passa a ser inserido na rotina das equipes e, portanto a necessidade de rever o processo de trabalho de cada equipe a fim de qualificar as ações na obtenção de indicadores satisfatórios de vigilância e atenção primária de forma integrada ao território adstrito de cada equipe. Para as coordenações percebeu melhor compreensão do processo de monitoramento e priorização das ações a serem planejadas, apoiada nos resultadosmonitorados e analisados quadrimestralmente. Para a Gestão, concretizou numa construção ativa dos atores envolvidos da Programação Anual em Saúde 2021 e a Pactuação Interfederativa 2020 como da equipe e não somente do gestor. CONSIDERAÇÕES FINAIS A incorporação da lógica da avaliação no cotidiano daqueles que têm o poder de decidir e de implementar ações é condição essencial para a institucionalização da avaliação na gestão dos serviços de saúde. Concordamos que o envolvimento dos atores e o acesso a informação dos resultados, favorece a democracia e o empoderamento e a mobilização social. Referências Bibliográficas Tanaka OY, Tamaki EM. O papel da avaliação para a tomada de decisão na gestão de serviços de saúde. Ciência & Saúde Coletiva, 17(4): 821-828, 2012. Carvalho ALB et al. A gestão do SUS e as práticas de monitoramento e avaliação: possibilidades e desafios para a construção de uma agenda estratégica. Ciência & Saúde Coletiva, 17(4): 901-911, 2012. GESTÃO DE SAÚDE 16
PROCEDÊNCIA DOS USUÁRIOS ATENDIDOS PELO SERVIÇO DE ATENÇÃO DOMICILIAR DE BAURU/SP EM 2019 Autores: Nelson Gregio Neto Instituição: Prefeitura Municipal de Bauru Município: Bauru CIR: Bauru Endereço: Rua Gérson França Telefone: 31041466 Celular: 981439229 Email: robertasilveira@bauru.sp.gov.br INTRODUÇÃO E JUSTIFICATIVA O envelhecimento da população é descrito como um dos principais fatores responsáveis pelo desenvolvimento das práticas de cuidado em saúde no domicílio. Junto a ele estão também, o aumento das doenças crônico-degenerativas e suas complicações, os acidentes automobilísticos e a violência urbana. Um dos eixos centrais da Atenção Domiciliar (AD) é a “desospitalização”. A AD possibilita a desinstitucionalização de pacientes que se encontram internados, além de evitar hospitalizações desnecessárias e de apoiar as equipes de atenção básica no cuidado àqueles pacientes que necessitam e se beneficiam de atenção à saúde prestada no domicílio. A AD, por ser realizada no domicílio do paciente, expõe as equipes à realidade social na qual a família está inserida, à sua rotina, seus valores e às formas de cuidar instituídas no senso comum. Um dos diferenciais das equipes de AD com relação às demais equipes de saúde da rede é que se constroem relações com o sujeito, que necessita de cuidados, no domicílio e não em um estabelecimento de saúde. Além disso, para garantir a integralidade e a resolutividade, as equipes de AD devem, articular-se com os outros pontos de atenção da rede e partilhar saberes, com vistas a produzir a superação do modelo de produção em saúde centrado em procedimentos e organizado na lógica médico-hegemônica para um trabalho modelado pelo reconhecimento da prática de outros profissionais de saúde. OBJETIVOS Analisar a procedência dos usuários admitidos pelo Serviço de Atenção Domiciliar (SAD) de Bauru no ano de 2019. METODOLOGIA Trata-se de uma análise da procedência dos pacientes admitidos pelo SAD de Bauru no ano de 2019. O SAD é um serviço complementar aos cuidados realizados na atenção básica, tendo como objetivos a redução da demanda por atendimento hospitalar, redução do período de permanência de usuários internados e humanização da atenção à saúde. Os pacientes atendidos pelo SAD são os que apresentam indicação de AD e apresentem afecções agudas ou crônicas agudizadas, com necessidade de cuidados intensificados e sequenciais, que demande atendimento no mínimo semanal. O SAD de Bauru teve início em janeiro de 2015 e conta atualmente com quatro Equipes Multiprofissionais deAtençãoDomiciliar (EMAD) compostapormédicos, fisioterapeuta, enfermeiro e técnicos de enfermagem, que são responsáveis pelo atendimento dos pacientes a partir de uma base territorial, além de uma Equipe Multiprofissional de Apoio (EMAP) que é composta por dentista, nutricionista e fonoaudióloga. O SAD de Bauru iniciou em 2018 a participação no projeto GESTÃO DE SAÚDE 17
nacional Complexidade do Cuidado na Atenção Domiciliar que é realizado em parceria com o Ministério da Saúde e o Hospital Alemão Oswaldo Cruz, tendo como objetivos qualificar a gestão, os processos de trabalho e as equipes dos SADs, possibilitando o aumento da complexidade do atendimento ofertado. As equipes do SAD podem receber solicitação de admissão de pacientes de diversos pontos, como UBS, UPA, Hospitais e iniciativa própria de terceiros. Desde a criação do SAD em Bauru, a maior demanda dos pacientes era oriunda das UBS e iniciativa própria. Após o início da participação do SAD no projeto Complexidade do Cuidado na Atenção Domiciliar, foram realizadas no início de 2019 reuniões entre representantes da Secretaria Municipal de Saúde, SAD, hospitais públicos de Bauru e UPAs com o objetivo de capacitar a rede sobre os serviços prestados, objetivos e critérios de inclusão no SAD. Em Maio/2019 foi realizado capacitação e estabelecido fluxos para encaminhamentos de pacientes ao SAD oriundos dos hospitais e UPAs, além de mantido os já existentes juntos às UBS. Essa capacitação teve entre os objetivos proporcionar a celeridade no processo de alta hospitalar com cuidado continuado no domicílio e diminuir os riscos de infecção hospitalar por longo tempo de permanência de pacientes no ambiente hospitalar. Os dados referentes às elegibilidades e produção das equipes do SAD são enviados utilizando o e-SUS AD. Foi utilizado os relatórios do e-SUS AD para a análise do presente estudo. RESULTADOS Nota-se que em janeiro 100% dos usuários admitidos vieram encaminhados das UBS. Ao longo do ano observa-se diminuição do número de usuários admitidos oriundos das UBS e aumento em relação aos oriundos dos hospitais. Observa-se que entre os usuários oriundos das UPAs e iniciativas de terceiros manteve-se uma constante durante o ano. CONSIDERAÇÕES FINAIS Analisando os resultados do estudo nota-se uma diminuição dos usuários admitidos no SAD de Bauru oriundos das UBS e aumento em relação aos oriundos dos hospitais, o que emmuitos casos aumenta a complexidade dos cuidados necessários e ofertados pelo SAD. O aumento de usuários admitidos oriundos dos hospitais resulta em uma maior desospitalização e consequentemente traz uma maior rotatividade de leitos, além de proporcionar celeridade no processo de alta hospitalar com cuidado continuado no domicílio. Além disso, o acompanhamento desses usuários em domicílio diminui os riscos de infecção hospitalar, oferece suporte emocional necessário para pacientes em estados terminais e familiares, institui o papel do cuidador e propõe autonomia para o paciente cuidado fora do ambiente hospitalar. Referências Bibliográficas GESTÃO DE SAÚDE 18
AMPLIAÇÃO DE ACESSO NA SAÚDE – UM DESAFIO PARA A GESTÃO DO SUS NO MUNICÍPIO DE BAURU Autores: LUCILA PAULA MANSO BACCI BACCI, FRANCIELE ELOY SILVA SILVA, JOSÉ EDUARDO FOGOLIN PASSOS FOGOLIN Instituição: Prefeitura Municipal de Bauru Município: Bauru CIR: Bauru Endereço: Rua Gérson França Telefone: 31041466 Celular: 981439229 Email: robertasilveira@bauru.sp.gov.br INTRODUÇÃO E JUSTIFICATIVA Conforme apresentação do CONASS sobre os desafios do SUS, a compreensão e especialmente a gestão de um sistema de saúde que atende a aproximadamente 200 milhões de brasileiros é uma das tarefas desafiadoras que exigem comprometimento e determinação para quem busca entender como funciona esse sistema universal com todas as suas engrenagens e peculiaridades. Ainda sobre esse tema, o Conselho Nacional de Secretários da Saúde aponta que, seja no âmbito federal, estadual ou municipal, a tarefa de gerenciar um dos maiores sistemas públicos de saúde do mundo, o Sistema Único de Saúde (SUS), é complexa e nestes 26 anos de existência, o SUS trouxe muitos avanços para a sociedade brasileira, mas, ainda assim, enfrenta inúmeros desafios que colocam em risco a sua viabilidade o que pode impedir que ele cumpra, de fato, o seu papel de garantir de forma universal, uma saúde pública de qualidade a toda população brasileira. Mesmo com um cenário desafiador e com muitas incertezas, a Secretaria de Saúde de Bauru buscou implantar e implementar as ações de saúde que, de acordo com levantamento e diagnóstico prévios, apontavam como deficientes ou inexistente quanto a oferta de serviços, seja na atenção básica, na oferta de novos serviços de saúde na área especializada, e até mesmo na adequação de estruturas físicas, tecnológicas e aquisições de equipamentos dos quais os serviços de saúde municipais necessitavam. Para tanto, a equipe de saúde por meio de planejamento baseado no plano de governo municipal, levantamento do diagnóstico das deficiências de atendimentos em setores especializados e do setor de atenção básica, passou a buscar formas de projetar a informatização da Rede Municipal de Saúde, abertura de 02 novos serviços de Atenção Básica, implantar o Consultório na Rua, o serviço Municipal de Diagnóstico por Imagem de Bauru - CDIB para dar suporte nos exames de imagem raio X e ultrassom, ambulatorial dos casos da rede de urgência e emergência, o primeiro Ambulatório de Fisioterapia do municípioque passou a ofertar a reablitação física e neurológica reguladas a partir dos casos encaminhados pelos hospitais de Base e Estadual e Ambulatório de Especialidade de Bauru incluindo ainda terapias não convencionais para atendimentos específicos dos casos judiciais de PEDIASUIT, e, também, implantou a CASA DA MULHER com aquisição de equipamentos como ultrassom, cadeira ginecológica elétrica adaptada para mulheres com deficiência, mamógrafo entre outros, visando ampliar o acesso das mulheres às ações de saúde da mulher, assim com a adequação de serviços de saúde que necessitavam de melhorias passando garantir a qualidade e ampliar o acesso aos serviços de saúde dentro do município. Para a concretização das ações planejadas no período, além do município articular junto aos Deputados Federais e Estaduais recursos que foram disponibilizados por Emendas Parlamentares, também passou a organizar as ações e recursos advindos de Leis complementares do município que institui o procedimento de Estudo de Impacto de Vizinhança (EIV) e adotou, conforme estabelecido pela PORTARIA NORMATIVA Nº 16, DE 25 DE AGOSTO DE 2014, parâmetros para a contrapartida a ser oferecida ao Sistema Único de Saúde GESTÃO DE SAÚDE 19
- SUS para implantação e funcionamento de cursos de graduação em Medicina, por instituição de ensino superior privada e da Contrapartida das Instituições de Ensino, conveniando essa contrapartida com a Universidade UNINOVE – SP. OBJETIVOS Objetivo geral: -Ampliar o acesso aos usuários SUS do município de Bauru aos serviços de Atenção Primária à Saúde e Especializados, regulados pela Secretaria Municipal de Saúde, utilizando recursos advindos de outras fontes financeiras e dispositivos legais que proporcionam investimentos no Sistema Único de Saúde. Objetivos específicos: - Abrir 02 novos serviços de Atenção Primária à Saúde, com vistas a ampliar a cobertura de Atenção Primária no Município. - Implantar três novos ambulatórios de Especialidades municipais – CASA DA MULHER, CENTRO DE DIAGNÓSTICO POR IMAGEM e AMBULATÓRIO DE FISIOTERAPIA, atendendo as necessidades e demandas reprimidas existentes no município. - Realizar o uso dos recursos financeiros adquiridos por dispositivos de EIV, Contrapartidas advindos dos cursos de medicinas e emenda parlamentar a fim de ampliar acesso e melhorar a qualidade e resolutividade da assistência do SUS através de implantação de Rede Informatizada Bauru. METODOLOGIA Realizado o levantamento diagnóstico de todas as necessidades de saúde e demandas reprimidas existentes no município, sendo que verificou-se a existência de 02 Unidades de Saúde terminadas porém sem estar em funcionamento, devido a falta de recursos de custeio e para equipar os novos serviços. Também verificou-se que o município estava tendo despesas para manter os serviços de raio x do pronto socorro central e ultrassons para os casos de urgência, podendo ser sanado com a implantação do Centro de Diagnóstico. Foi necessário pensar também em uma alternativa para os casos de reabilitação não contemplados pela Rede CER no município pois o serviço de fisioterapia realizado para esse fim anteriormente estava sob gestão estadual e deixou de ser executado, passando dessa forma os recursos para a gestão municipal e portanto sendo necessário a organização dessa nova porta de assistência na Rede, que foi incrementado com infraestrutura, capacitação e equipamentos para atuar também nas terapias do PEDIASUIT que estavam sendo realizadas por determinação judicial e os serviços estavam sendo comprados. Levantamos as dificuldades das gestantes e mulheres em acessar em um único espaço os atendimentos relacionados a saúde da mulher, bem como deficiências no sistema quanto ao atendimento da mulher deficiente, em situação de violência e para atendimento da linha de cuidado do câncer de mama, sendo a CASA DA MULHER um espaço pensado para reunir todos os serviços que anteriormente estavam divididos em diversas Unidades como os Ambulatórios: Gestação de alto Risco, Ultrassonografia, Planejamento Familiar, avaliação de cirurgia ginecológica e endocrinopatias gestacionais). Após isso utilizando-se dos dispositivos legais foi então realizado os levantamentos das necessidades de equipamentos, adequações estruturais e assim através dos dispositivos legais de EIV, Contrapartida e Emendas foi possível sua execução. O dispositivo de Emenda Parlamentar foi utilizado basicamente para aquisição de equipamentos e mobiliários para as novas Unidades de Atenção Primária a Saúde. Já os mecanismos de EIV e Contrapartida foram utilizados para adequação dos novos serviços especializados, reforma e adequação de uma Unidade Atenção Primária e todos os serviços especializados, bem como para adquirir equipamentos para prestar a assistência nessas Unidades entre eles: equipamento de raio x, dois equipamentos ultrassom, cadeira ginecológica elétrica, sistema PACs para integrar via internet os exames de imagem em todos os serviços de saúde, computadores e todo o projeto de integração de infamação com da compra de programa de saúde próprio. Essa nova forma de captar recursos possibilitou agilizar o planejamento, bem como verificamos um aumento da qualidade dos bens adquiridos e serviços realizados, visto que as incorporadoras/empreendedoras e a própria Universidade é quem negocia os contratos de aquisições ou serviços. Destaca-se assim que cabe a Secretaria de Saúde o planejamento e a elaboração do termo de referência dos bens e ou projetos para execução dos serviços ou obras e a partir disso os parceiros executam os projetos. GESTÃO DE SAÚDE 20
RESULTADOS R$ 450 MIL para abertura da Unidade de Referência CASA DA MULHER; R$ 1,6 MILHÕES para abertura da Unidade de Referência CDIB; R$ 200 MIL para implantação AMBULATÓRIO DE FISIOTERAPIA DE BAURU R$ 300 MIL para aquisição de equipamentos de informática. R$ 1,013 MILHÕES para aquisição e adequação equipamentos MAMÓGRAFO DIGITAL R$ 1,400 MILHÕES para construção nova Unidade APS. Aquisição de equipamentos, mobiliários, ares condicionados e revitalização de vários serviços de saúde do município existentes. CONSIDERAÇÕES FINAIS Apesar de todas as adversidades que o Sistema Único de Saúde vem sofrendo, de toda a sobrecarga que os municípios vêm, absorvendo para gerenciar o sistema e garantir a manutenção dos serviços já existentes, com a proposta do uso de recursos advindos de fontes como Emendas Parlamentares, Estudo de Impacto de Vizinhança e Contrapartidas das Universidades foi possível implantar novos serviços e ampliar o acesso da população assistida pela Secretaria de Saúde de Bauru concretizando grandes avanços e conquistas na oferta por serviços desde a Atenção Primária a Saúde até a implantação de novos serviços de saúde. Referências Bibliográficas DECRETO MUNICIPAL Nº 13.269, DE 28 DE DEZEMBRO DE 2.016 - P. 49.145/15 ap. 7.496/15 (capa) Substitui o Decreto nº 12.949, de 04 de dezembro de 2.015, e Institui procedimentos para o Estudo de Impacto de Vizinhança (EIV) e o Termo de Referência Técnico (TRT) PORTARIA NORMATIVA Nº 16, DE 25 DE AGOSTO DE 2014 - Estabelece os parâmetros para a contrapartida a ser oferecida ao Sistema Único de Saúde - SUS para implantação e funcionamento de cursos de graduação em Medicina, por instituição de educação superior privada. GESTÃO DE SAÚDE 21
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