medicina nuclear em revista
| Out • Nov • Dez 2015
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o especial ista
Universidade Federal Fluminense
(UFF) e conheci residentes de
medicina nuclear. Dei algumas
palestras para eles e conheci
alguns casos clínicos. No geral,
minha experiência tem sido muito
interessante. Também visitamos o
Instituto Nacional de Câncer
(Inca), onde encontrei alguns cole-
gas e proferi aulas. Comentei com o
Dr. Claudio Tinoco e com outros
colegas que eles são ótimos anfi-
triões, pois me apresentaram ótimos
restaurantes e me levaram para
conhecer lugares lindos.
Um dia antes do início das
atividades do Congresso, a SBMN
realizou o primeiro encontro entre
pacientes e médicos nucleares.
O senhor considera essa
aproximação importante?
Como eu disse anteriormente, é pre-
© SBMN • Arquivo
ciso haver uma aproximação entre
as diferentes áreas. E isso, evidente-
mente, inclui as entidades de
pacientes e outros colegas que tra-
balham em parceria com a nossa
especialidade. Os pacientes preci-
sam estar informados sobre o que
acontece no cenário da medicina
nuclear, os avanços e novidades.
Quanto mais conhecimento tiverem,
mais ativos poderão ser nas discus-
sões, inclusive políticas. Na
SNMMI, nos últimos anos, tivemos
o Dia do Paciente durante o nosso
encontro anual e tem sido um enor-
me sucesso. No ano passado, tive-
mos 300 participantes, entre pacien-
tes e entidades de apoio. Demos
palestras, informamos sobre o cená-
rio atual e apresentamos a essas
pessoas o que podem esperar da
nossa especialidade. Essa aproxima-
ção tem sido muito positiva. Os
pacientes são muito ativos nessas
questões, são membros de comitês e
inclusive trouxeram suas percep-
ções com relação ao uso da medicina
nuclear em diagnósticos e procedi-
mentos. É disso que precisamos,
porque, eventualmente, os pacientes
e entidades nos ajudam a chegar aos
governantes e órgãos regulatórios.
Com esse contato, podemos mos-
trar na prática alguns exemplos e
dizer: “Esse procedimento fez uma
enorme diferença na vida dessa
pessoa”. Trazer a própria experiên-
cia do paciente tem ainda mais
valor do que informar essas ques-
tões a partir de nós, médicos.
Durante o congresso, Jadvar
apresentou o panorama
da MN mundial




