Out • Nov • Dez 2015 |
medicina nuclear em revista
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cobertura
Associação Brasileira de Linfoma e
Leucemia (Abrale), o Instituto Lado a
Lado pela Vida e a Federação
Brasileira de Hemofilia (FBH). A
SBMN esteve representada pelo seu
presidente e por membros da direto-
ria, além da contribuição de físicos e
médicos nucleares do Instituto
Nacional de Câncer (Inca) e do
Instituto de Medicina Nuclear (IMN)
de Cuiabá. Como convidado especial,
o comediante e ex-Casseta & Planeta
Marcelo Madureira compartilhou
sua experiência pessoal com a cinti-
lografia miocárdica. O presidente da
SBMN ressalta o importante traba-
lho realizado pela assessora econô-
mica da Sociedade, Beatriz Leme,
responsável pela organização do
encontro, e pela equipe de comunica-
ção que divulgou e auxiliou em todo
o processo de convite e divulgação.
Além de apresentar a aplicabili-
dade da medicina nuclear no campo
diagnóstico e terapêutico e desmitifi-
car o uso da radiação para fins de
medicina, os eixos de abordagem da
MN foram divididos em oncologia e
doenças crônicas não oncológicas.
Foram apresentadas as complicações
cardiovasculares e da hemofilia, por
meio da sinovectomia radioativa.
Dessa integração, foi possível identi-
ficar a importância da aproximação
de profissionais de saúde e institui-
ções de pacientes no sentido de bus-
car objetivos comuns em prol da
qualidade do atendimento, bem
como acesso à linha de cuidados ofe-
recida pela medicina nuclear.
Na opinião de Tinoco, a iniciativa
inédita da SBMN foi extremamente
valiosa e rendeu muitos frutos e des-
dobramentos, como o convite para
inclusão da Sociedade em atividades
organizadas pelas entidades de
pacientes. “Estou realizado com o
que aconteceu aqui. O conhecimento
destrói as barreiras da ignorância e
do medo”, disse ele ao final do even-
to. Segundo o presidente da SBMN,
aproximadamente 80% das questões
apresentadas pelas entidades eram
de desconhecimento dos médicos
nucleares. “Nosso objetivo é cami-
nhar lado a lado com os pacientes em
busca da melhoria da qualidade do
atendimento e da saúde.”
Durante o encontro, parcerias
foram firmadas e fica a perspectiva
de repetir a atividade no Congresso
de 2016, em São Paulo (SP), com for-
mato diferente e ainda mais aberto
ao diálogo.
Cooperação multilateral
Além de médicos nucleares e espe-
cialistas de áreas correlatas - como
físicos, químicos, biólogos e biomé-
dicos -, participaram do Congresso
produtores de insumos radioativos,
fornecedores, pesquisadores e
demais interessados na aplicabilida-
de de radioisótopos na medicina.
Durante todo o evento, além de ati-
vidades científicas, foram realizadas
reuniões estratégicas, fundamentais
para a regulamentação, financia-
mento, reconhecimento e fortaleci-
mento da especialidade no País.
As atividades contaram com a
presença de representantes de esfe-
Pela primeira vez, a
SBMN fez a entrega dos
certificados de Título de
Especialista aos aprovados
na avaliação de 2015
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