Out • Nov • Dez 2015 |
medicina nuclear em revista
26
na prática
A
voz
da
medicina
nuclear
Por
Danielle Menezes
N
os últimos anos, a
medicina nuclear
vem crescendo e
ganhando espaço
no cenário nacional,
namedicina e na
mídia emgeral.
Por meio de notas, releases, matérias,
vídeos e postagens nas mídias sociais,
o público leigo e a própria sociedade
médica estão se informando e se
atualizando sobre a medicina
nuclear – nome que, por muitas
vezes, ainda pode gerar certa resis-
tência à especialidade.
Segundo relatório feito pela
assessoria de comunicação da
Sociedade Brasileira de Medicina
Nuclear (SBMN), a especialidade
teve 12 vezes mais matérias publi-
cadas em 2014 na imprensa, quando
comparado aos números de 2013. Os
últimos três anos trouxeram para a
especialidade uma notoriedade bem
maior, o que é de extrema importân-
cia para a sociedade em geral, que
conhece mais sobre a medicina
nuclear e, consequentemente, pode
fazer bom uso dela. A expectativa é
de que em 2015 esses números
superem os do ano passado.
De acordo com o presidente da
SBMN, Claudio Tinoco Mesquita,
dois fatos são determinantes quando
se fala de novos rumos para a medi-
cina nuclear. O primeiro deles foi o
investimento que a SBMN fez em
comunicação, especificamente na
área de assessoria de comunicação.
Outro aspecto, tão importante quan-
to, é o desenvolvimento pelo qual o
ramo médico vem passando nos últi-
mos anos no Brasil. Hoje, de acordo
com a Comissão Nacional de Energia
Nuclear (CNEN), são 475 serviços de
medicina nuclear habilitados no
País. Além disso, desde 2014, os exa-
mes de PET/CT para diagnóstico de
três tipos de cânceres foram incluí-
dos na cobertura do Sistema Único
de Saúde (SUS). Inclusive, esse foi
Ser mais conhecida
nacionalmente pode trazer
benefícios não só aos médicos,
mas também aos pacientes




